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Fundesa em pauta na Comissão de Pecuária de Corte da Farsul

09/04/19

Na tarde de segunda-feira, dia 8, a Comissão da Pecuária de Corte da Farsul esteve reunida. Este foi o segundo encontro do grupo após sua remodelação ocorrida em março e serviu para indicar Carlos Roberto Simm, de Ipê, como coordenador e Manoel Valim, de Gravataí, como subcoordenador. Na pauta estavam questões como sanidade animal, o Rispoa e a organização dos trabalhos da comissão para os próximos meses. Simm destaca duas novidades já implantadas, o primeiro é o sistema de transmissão pela internet. “Essa foi uma inovação da Comissão, a primeira transmissão em vídeo com sindicatos sintonizados na nossa reunião, esse é um ponto positivo que gostaria de ressaltar”, comemora. O outro é a utilização de aplicativos de mensagem para ampliar a comunicação entre os integrantes. “Muitos dos temas não temos tempo suficiente de debater no dia da reunião, então circulamos essas informações por meio de nosso grupo nas redes sociais”, explica.

Os encontros da Comissão acontecerão sempre na primeira segunda-feira de cada mês com tema determinado e um convidado para falar sobre o assunto. “Isso é resultado de uma conversa que tive com o presidente Gedeão para qualificar a comissão. Nós temos que ampliar nossos conhecimentos e uniformizar as informações”, descreve. Esta reunião já funcionou no novo formato, com a participação do presidente do Fundesa, Rogério Kerber. A ideia foi mostrar a importância da entidade para o Rio Grande do Sul e como funciona a arrecadação e aplicação dos recursos que são da iniciativa privada.

Também esteve em debate a legislação do Rispoa. Simm lembra que o regramento é de 1952 e necessita de atualizações. Ele exemplifica com o caso da cisticercose. “Se uma carcaça apresentar dois cisticercos calcificados, que é inócuo, sem risco à saúde pública, ela é colocada na graxeira gerando prejuízo ao produtor”, aponta. O coordenador ressalta que a circulação de larvas de Taenia (causadora da zoonose) está ligada as deficiências sanitárias das cidades. “Se os esgotos da cidade não recebem tratamento e atingem os riachos, qualquer animal que tiver contato com essa água poderá se contaminar e colocar em risco toda a cadeia”, comenta.

Para os próximos encontros já estão pautados assuntos como exportações de gado em pé, febre aftosa, tuberculose e brucelose. Na reunião de maio haverá uma apresentação feita pelo BRDE. “Uma coisa que foi comentada aqui é que de diagnóstico o estado está cheio, o que nós precisamos é começar a resolver sob o ponto de vista prático com o benefício aos produtores e de toda sociedade”, afirma Simm que não vê possibilidade de agir isoladamente. “Cada cadeia precisa respeitar a independência da outra para que cada uma tenha seu resultado econômico. Na pecuária de corte, a indústria e o varejo são bastante fortes e organizados. Nós precisamos organizar o produtor, pois somos em número maior e teoricamente seríamos mais fortes. Esse é o nosso desafio”, conclui.

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Fonte: Imprensa Sistema Farsul


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