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Área livre de PSC: seis anos da certificação da OIE

28/05/21

*Texto de Thais D'Avila

Passada a euforia da conquista do Certificado de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, nesta quinta-feira (27), o Rio Grande do Sul tem outro marco para comemorar. Em 28 de maio de 2015, a comitiva gaúcha estava em Paris para receber o certificado de área livre de Peste Suína Clássica. A chancela internacional só ratificou o que o Ministério da Agricultura já havia reconhecido nos anos 90, quando a vacinação contra a doença foi suspensa.

O trabalho conjunto entre os setores público e privado para a conquista do certificado, há seis anos, foi exemplo de todo o esforço que culminou com o avanço de status sanitário gaúcho. “Temos no Rio Grande do Sul uma amostra do que a união pode promover quando o assunto é o progresso do agronegócio na área animal”, comemora o presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do RS, Rogério Kerber.

Em 2020, o Rio Grande do Sul exportou 261 mil toneladas de carne suína, com um faturamento superior a U$ 730 milhões. Foram quase 100 mil toneladas a mais do que no ano anterior, quando o exportado foi de 169 mil toneladas.

Na foto, o presidente da Farsul, Carlos Sperotto (in memorian), o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, o então governador do estado, José Ivo Sartori, o então secretário da Agricultura, Ernani Polo e o presidente da Acsurs, Valdecir Folador.


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